Sábado, 19 Maio 2018 08:45

A importância da boa gestão tributária nas empresas - Por Fernanda Cristina de Faveri

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Fernanda Cristina de Faveri*. Foto: Arquivo Pessoal

Os administradores e empresários bem sabem a importância do enxugamento da estrutura organizacional, da contenção de despesas e da adoção de boas técnicas administrativas, especialmente em tempos de crise, para poder dar continuidade às atividades e ainda visualizar a possibilidade de crescimento.

Mas, ao meio a um modelo tributário complexo e pesado, isso não tem se mostrado suficiente para garantir que a empresa possa crescer em momentos de crise financeira.

Existem dezenas de tributos no Brasil, entre taxas, impostos e contribuições, em âmbito federal, estadual e municipal, que oneram demais a atividade empresarial, e podem levar para o ralo a margem de lucro do empresário, até mesmo inviabilizando por completo a atividade.

É, nesse patamar, que a gestão tributária, conhecida também como planejamento tributário, ganha importância para reduzir custos, ganhar competitividade no mercado, e criar as condições necessárias para expansão do negócio.

Uma boa gestão tributária garante menos dispêndio de recursos com tributos, que podem ser alocados em investimentos para o crescimento da empresa. E não se trata de deixar de pagar tributos de forma ilegal, pelo contrário. A gestão adequada garante economia e sossego perante o fisco, pois se utiliza de escolhas feitas dentro dos limites das normas tributárias.

O planejamento tributário deve ser feito com observância da realidade financeira e local de cada empresa, pois seguir um modelo que deu certo para uma empresa de médio ou grande porte, fatalmente não dará certo para uma pequena empresa.

A relação custo/benefício deve ser bem avaliada. Isso porque não existe mágica em gestão tributária, o que há são alternativas legais. Por isso, o enquadramento da empresa no regime tributário adequado exige simulações em cada modalidade, pois, se houver erro, o empresário será obrigado a pagar tributos desnecessários.

Imaginemos um microempresário que, por desconhecimento, não opte pelo regime do Supersimples e apure seus tributos na modalidade “Lucro Real”. Terá gastos excessivos, que poderiam ser evitados.

* Advogada, OAB/RS 95.462, com escritório de advocacia na cidade de Carazinho, RS, especializado em assessoria empresarial e tributária, atuando especialmente na identificação e recuperação de tributos indevidamente cobrados – site www.fernandacristinadefaveri.adv.br. Administradora e editora do blog jurídico https://odireitoparatodos.com, desenvolvido em linguagem simples e acessível, sem o famoso “juridiquês”.

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Ler 214 vezes Última modificação em Sábado, 19 Maio 2018 08:49

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