Quinta, 08 Novembro 2018 19:21

CNJ ouve em 6 de dezembro Moro e 3 desembargadores sobre guerra de decisões em relação a Lula Destaque

Avalie este item
(0 votos)

Desembargadores do TRF-4 deram decisões divergentes sobre pedido de liberdade do ex-presidente, preso em Curitiba. Eles serão ouvidos no mesmo dia, mas em audiências separadas. O juiz federal Sergio Moro durante entrevista na última terça-feira (6) Giuliano Gomes/ PR Press O corregedor nacional de Justiça, ministro Humberto Martins, marcou para 6 de dezembro depoimentos de quatro magistrados envolvidos no impasse sobre a concessão e posterior revogação de um pedido de liberdade ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em julho. A Corregedoria do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) vai ouvir no mesmo dia, mas em audiências separadas, os desembargadores Rogério Favreto, João Pedro Gebran Neto e Thompson Flores Lenz, do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), e o juiz federal Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal, que deixará o cargo para ser ministro do governo Jair Bolsonaro (PSL).
Todos já apresentaram suas versões sobre o episódio, mas agora terão de responder a perguntas da Corregedoria do CNJ. Em 8 de julho, o desembargador Rogério Favreto concedeu habeas corpus a Lula alegando que um fato novo, a pré-candidatura à Presidência da República, o autorizava a tomar uma decisão durante o plantão judiciário. O juiz Sérgio Moro, que estava em férias, deu uma decisão pedindo que a Polícia Federal não soltasse Lula até uma decisão da Oitava Turma do TRF-4, que havia autorizado a prisão após condenação em segunda instância. Gebran, relator da Lava Jato no TRF-4, chegou a determinar que a decisão não fosse cumprida. Favreto, então, reiterou o entendimento. Mas a palavra final, após uma guerra de decisões, foi do presidente do TRF-4, Thompson Flores, que decidiu manter a prisão, afirmando que a pré-candidatura de Lula já era fato público e notório. Por isso, segundo ele, não havia questão nova a ser decidida pelo plantonista. O episódio gerou oito questionamentos apresentados no CNJ contra Favreto e os dois contra Moro, que foram unificados em uma única apuração. Em defesa prévia, Moro disse que a soltura provocaria uma “situação de risco” que justificou sua atuação durante as férias. Favreto defendeu a decisão e rejeitou laços de amizade com Lula. O teor das informações prestadas por Gebran e Thompson Flores não foram tornados públicos.
Ler 105 vezes

Galeria de Imagens

Usuários Online

Temos 172667 visitantes e Nenhum membro online

.......

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

TRÂNSITO

Saída de pista deixa homem ferido na VRS…

ESPECIAL

Mulher campeã de longevidade completa 11…

ESPECIAL

Colisão entre moto e caminhonete deixa u…

POLÍCIA

Confronto com a polícia termina com 4 as…

TEMPO

Segunda metade de dezembro terá muita ch…

REGIÃO

Homem sobe em torre de energia elétrica …

TEMPO

Por que apesar da previsão ainda não cho…

POLÍCIA

Presos dois suspeitos de tentativa de re…

TEMPO

Verão terá temperaturas acima da média e…

ESPECIAL

HCTP apura denúncia de mau atendimento d…

ESPORTES

Liverpool tenta liderança em clássico co…

SEGURANÇA

PRF flagra mais de 2 mil veículos acima …