Três Passos News

Três Passos News

Arquivos maliciosos conseguem pescar dados como senhas de login, códigos de acesso a aplicativos. Foto: reprodução

Você usa WhatsApp? Quem não usa? O negócio é ter cuidado com ele, porque está chegando por aí uma nova safra de vírus que podem contaminar seu celular por meio de arquivos que chegam a você durante as trocas de mensagens.

A IBTimes alerta que há pelo menos dois arquivos maliciosos que já começaram a atuar pesadamente lá fora e que devem chegar por aqui muito em breve. Eles usam nomes de organizações governamentais e chegam ao smartphone da vítima como se fossem planilhas do Excel (ou seja, aquelas que são identificados com a extensão “xls”).

Só que, quando você clica neles, esses arquivos conseguem pescar dados como senhas de login, códigos de acesso a aplicativos etc. Recomenda-se muito cuidado com esse tipo de arquivo.

Cuidado com arquivos que você não tenha solicitado

Não é à toa que bancos de todo o mundo estão quase exigindo o uso obrigatório de antivírus nos celulares, porque o acesso às suas contas bancárias fica bem vulnerável graças ao próprio vacilo do cliente.

Também vamos reforçar que não é recomendável abrir arquivos que você não tenha solicitado – mesmo aqueles que tenham sido enviados pelo seu grupo de amigos. Com certeza a maioria deles é totalmente dispensável.

Alguns smartphones não vão mais conseguir usar o app

Outra coisa importante de ter em mente é que, a partir deste ano, muitos modelos de smartphones não vão mais conseguir usar o WhatsApp. É assim que funciona a indústria de tecnologia.

Ela melhora os programas (software) agregando novas funções a eles, o que exige o uso de aparelhos (hardware) mais novos e, com isso, força o consumo.

Então anote aí e espalhe para os amigos. O “zapzap” deixou de ser compatível com os celulares que usam os sistemas Android 2.1 e 2.2, o iOS6 (iPhone 3GS) e Windows Phone 7. No próximo dia 30 de junho será a vez de o aplicativo sumir das plataformas BlackBerry, BlackBerry 10, Nokia S40 e Nokia Symbian S60.

Nesse caso, não deverá atingir muitos usuários. Na verdade, 99% dos novos smartphones usam os sistemas fornecidos pela Google (Android), Apple (iOS) e Microsoft (Windows).

 

O Sul

 

Foto: GramadoZoo/Divulgação

Depois da divulgação do surto de febre amarela em alguns Estados, macacos bugios estão sendo atacados no Rio Grande do Sul. Por acharem que ele é responsável pela doença, moradores atacam os animais. Mas os biólogos garantem que os animais não são os transmissores. A Secretaria Estadual de Meio Ambiente trouxe ao zoológico de Gramado dois macacos debilitados após os ataques.

 

R7

 

Ano começou violento em Tenente Portela. Foto: Três Passos News

O ano de 2017 começou violento com um assassinato registrado na manhã de quinta-feira, 19, em Tenente Portela. Extraoficialmente, conforme apurado pelo Três Passos News, o município lidera as estatísticas de mortes violentas a nível regional em 2016 com 13 vítimas: 6 de trânsito, 5 de homicídios e 2 de suicídios.

As mortes causadas por acidentes de trânsito aconteceram no km 39 da RSC-472, entre Tenente Portela e Palmitinho, 3 no dia 26 de outubro e 3 no dia 22 de dezembro. Dois homicídios foram registrados no dia 2 de maio, um em abril, um em agosto e outro em outubro. Dois suicídios e dois homicídios aconteceram no interior.

 

Vítima foi sepultada nesta sexta-feira, 20, em Tenente Portela. Foto: Arquivo Pessoal/Facebook/Reprodução

A Polícia Civil investiga o assassinato de um homem ocorrido na manhã de quinta-feira, 19, na cidade de Tenente Portela. A suspeita inicial é de que uma tocaia tenha sido preparada para executá-lo.

Renato Ribeiro de Lima, de 32 anos, natural de Miraguaí e morador de Tenente Portela, foi atingido por dois disparos de arma de fogo, um no tórax e outro na cabeça, na Perimentral da Cotrijuí, próximo à ERS-330, vindo a óbito no local.

O corpo da vítima, que foi encontrado caído ao lado de uma motocicleta Honda, placa de Três Passos, passou por necropsia no IML de Três Passos e foi sepultado na manhã desta sexta-feira, 20, no cemitério municipal de Tenente Portela.

 

Foto: Folhapress

O chefe da Delegacia de Polícia Federal de Angra dos Reis, Adriano Soares, abriu inquérito para investigar as circunstâncias do acidente aéreo que matou o ministro da Lava Jato, Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), na tarde desta quinta-feira.

Uma equipe de Brasília já está se deslocando para o Rio de Janeiro. O grupo é formado por um delegado, peritos e papiloscopistas para atuarem em conjunto em Paraty.

Teori viajava em um bimotor que decolou do Campo de Marte, aeroporto situado na zona Norte de São Paulo. O avião caiu no mar de Paraty por volta de 13h45min, segundo a Marinha. As causas do acidente serão investigadas pela PF.

De acordo com informações disponíveis no site da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), o Beechcraft C90GT tem capacidade para sete passageiros, além do piloto. É um avião bimotor turboélice fabricado pela Hawker Beechcraft. A aeronave PR-SOM está registrada em nome da Emiliano Empreendimentos e Participações Hoteleiras Limitada.

Relator da Lava Jato na Corte, o ministro era o responsável por conduzir os desdobramentos da maior investigação de combate à corrupção no País que envolvem autoridades com foro privilegiado. Teori estava empenhado, nos últimos meses, na análise da delação premiada dos 77 executivos e ex-executivos da Odebrecht, o mais importante acordo celebrado pela operação até aqui e que aguarda homologação.

Até então, o ministro já havia homologado 24 delações premiadas no âmbito da operação que implicam políticos dos principais partidos do País, da base e da oposição do governo federal. Teori foi ministro do Supremo Tribunal Federal a partir de 29 de novembro de 2012. O ministro foi presidente da 2ª Turma da Corte entre 2014 e 2015.

 

CP

 

Foto: Reprodução

Pela terceira rodada da Copa Cidade Verde, a equipe Sub-17 do TAC venceu ontem à tarde o Caxias, por 1 a 0, com de Luis Fernando (foto). Apesar da vitória, a equipe três-passense acabou eliminada da competição, no critério de gols sofridos.

No jogo de ontem, o TAC venceu, mesmo jogando com um jogador a menos desde os 3 minutos do primeiro tempo, quando o atacante Igor Pilissao acabou expulso pela arbitragem.

42 equipes disputavam a competição na categoria Sub-17. Os 16 melhores passaram à próxima fase, e o TAC acabou ficando de fora pelo critério de gols sofridos. Em três jogos, a equipe venceu duas partidas e perdeu apenas uma. Marcou 8 gols e sofreu 7, justamente os 7 gols na derrota por 7 a 6 para o Estrela do Vale, na segunda rodada.

As categorias de base do TAC agora retomam o recesso e retornam no início de fevereiro aos trabalhos. A direção do TAC segue recebendo indicações de atletas nascidos nos anos 2000, 2001 e 2002 para avaliação que deve acontecer também no mês de fevereiro.

 

Alto Uruguai

 

Foto: Reprodução

O apresentador Marcão do Povo, que chamou Ludmilla de “macaca” ao vivo em um programa de TV, foi demitido pela emissora em que trabalhava. Mas não é só isso. Ludmilla vai prestar queixa contra o apresentador. “Não deixaremos impunes tais fatos”, disse ela no Instagram.

Na edição do “Balanço geral Brasília”, da Record, do dia 9 de janeiro, ele comentava o fato de a cantora ter se recusado a tirar fotos com fãs em um restaurante do Rio.

“Não dá pra entender, era pobre, ‘macaca'”, disse ele.

O comunicado da Record sobre o desligamento do apresentador: “A Record TV vem a público lamentar os transtornos causados à cantora Ludmilla, sua família e seus fãs motivados por um comentário feito pelo apresentador Marcão no Balanço Geral DF. A Emissora repudia qualquer ato dessa natureza e afirma que este tipo de conduta não está na linha editorial de nosso Jornalismo. Por este motivo, a Record TV Brasília optou por rescindir o contrato do apresentador Marcão”, diz o comunicado enviado pela Record”.

 

O Sul

 

Sexta, 20 Janeiro 2017 04:59

Por que compartilhamos nossa vida online

Foto: Reprodução

O uso de redes sociais e todo o compartilhamento da vida pessoal online tem sido objeto frequente de críticas e análises, tanto de especialistas quanto de pessoas comuns (que, em alguns casos, são também conhecidas como especialistas em fazer textão sobre tudo).

Uma crença comum é a de que todo esse oversharing esvazia as relações off-line: as pessoas estariam interagindo apenas sob mediação da internet, o que resulta em relações superficiais e frias. Embora isso possa ser verdade em alguns casos, um estudo recentemente publicado no New Media & Society aponta para outra direção.

Entre 2010 e 2015, pesquisadores entrevistaram 2.789 estudantes universitários estadunidenses de cursos de comunicação com idade entre 18 e 25 anos. As perguntas envolviam seus hábitos no Facebook e sua atitude em relação à sua própria privacidade tanto na internet quanto no mundo off-line.

O resultado? Os usuários mais frequentes (ou heavy users) do Facebook – definidos pelos autores como aqueles que ficam uma média de 3,17 horas por dia acompanhando os posts de seus amigos e compartilhando informações sobre si próprios – tendem a manter uma atitude mais relaxada em relação à sua privacidade e compartilhar mais sobre sua vida também no mundo off-line.

“As pessoas às vezes não percebem o poderoso papel de socialização das mídias sociais”, diz uma das autoras do estudo, Mina Tsay-Vogel, professora assistente de comunicações de massa na Faculdade de Comunicação da Universidade de Boston e co-diretora do Centro de Pesquisa de Comunicação.

Mas há um outro aspecto revelado no estudo. Essa atitude mais desencanada em relação à privacidade dos heavy users de redes sociais reflete, segundo os autores, um conceito chamado “Teoria do cultivo”, já abordado por eles em um estudo anterior envolvendo os efeitos de se assistir à televisão.

Percepção de mundo

Segundo essa teoria, quanto mais tempo os espectadores passam assistindo a um mundo específico pela TV, mais eles acreditam que a realidade se assemelha a esse mundo. Os pesquisadores observaram que as pessoas tendem a achar que a TV reflete bem a realidade, e o mesmo pode estar acontecendo em relação à internet. Para Tsay-Vogel, os usuários das redes sociais desenvolvem uma expectativa de que a divulgação de informações faz parte da cultura on-line, e por isso talvez se empenhem nesse comportamento sem questioná-lo.

“Quando você está nas mídias sociais, também está envolvido no comportamento de auto revelação, e está vendo o que as pessoas estão revelando sobre si próprias”, diz ela. “Todo esse ambiente está nos contando uma história sobre o mundo virtual: que a auto revelação não está apenas em toda parte, mas que todo mundo se envolve nela de alguma forma, para ser gratificado através desses sites de redes sociais”.

Segundo ela, os próximos passos da pesquisa envolvem responder algumas perguntas: “Podemos estudar a auto revelação mediada? E como, com o tempo, as mídias sociais realmente cultivam nossas percepções da realidade?”. Além disso, o que exatamente significa revelar informações pessoais para esses usuários? Eles encontram conforto e apoio compartilhando sua vida ali?  Aguardemos cenas dos próximos capítulos.

 

Superinteressante

 

Foto: Reprodução

Karley Sciortino tem 31 anos, está solteira e escreve em colunas de revista, sobre #sexo. Com o tema dos robôs sexuais ou bonecos sexuais ganhando cada vez mais destaque, ela foi convidada a experimentar um deles, e contar sua experiência para um documentário.

A loura esteve com Gabriel, um robô, e só tem coisas positivas a dizer sobre a "performance" do companheiro sexual que teve. Esqueçam as bonecas infláveis, porque os bonecos sexuais do futuro serão cada vez mais reais e parecidos com humanos, e isso será para eles e para elas.

Pelo menos é o que revela Karley, que diz que esse robô, além de combater a solidão, ajuda a mulher a descobrir a sua sexualidade, uma vez que só vai fazer aquilo que estiver gostando, mediante sua vontade. Sobre o boneco, ele seria cada vez mais real. O órgão sexual estaria disponível em duas funções, em que uma seria mais flácida, podendo depois se ativar, quando quiser, para uma versão mais ereta, para a relação sexual.

Uma das coisas que Karley conta sobre o robô Gabriel tem a ver com a temperatura do pênis. Alegadamente, algumas versões anteriores desses bonecos sexuais teriam o inconveniente de ficar muito frias, uma questão que terá sido já ultrapassada. Karley descreveu o órgão sexual como sendo parecido com o real, de um homem, incluindo "pelos pubianos reais, um interior rígido e uma suave camada exterior".

O documentário mostra como o robô é feito e a interação de Karley com ele. "Parece absolutamente indistinguível de uma pessoa real, exceto que estou completamente no controle. Você não pode ter essa experiência fazendo sexo com uma pessoa real", considerou a loura.

Os robôs sexuais estariam à venda por pouco mais do que cinco mil euros. Inicialmente, estes robôs estariam sendo pensados com características terapêuticas, e que poderiam servir para idosos usarem, mas também para agressores sexuais, de modo que eles pudessem treinar seus instintos sexuais. A doutora Kate Devlin revelou para o jornal Mirror que existe quem defenda que esses robôs possam ser colocados em "centros para idosos, para combater a solidão", e também para "reabilitação de pedófilos".

 

Blastingnews

 

Foto: Reprodução

Pacientes que receberam transfusões de sangue de doadores jovens ou mulheres correm o risco de ter resultados clínicos piores, revelou um estudo publicado pela revista científica americana The American Medical Association.

As conclusões foram baseadas na análise de mais de 30 mil pacientes que receberam transfusões de sangue e de cerca de 80 mil doadores no Canadá.

Os pacientes que participaram da pesquisa tinham em média 66 anos de idade, e sua evolução clínica foi acompanhada durante períodos de entre dois e sete anos após a transfusão de sangue.

Os resultados mostraram que os pacientes que receberam glóbulos vermelhos de mulheres doadoras tinham um risco 8% maior de morrer de qualquer causa, em comparação com os que receberam glóbulos vermelhos de homens doadores.

Os cientistas descobriram que os doentes que receberam glóbulos vermelhos de doadores de entre 17 e 20 anos de ambos os sexos apresentaram um aumento também de 8% no risco de morte, em relação aos pacientes que receberam glóbulos vermelhos de doadores de entre 40 e 50 anos.

Para os pacientes que receberam sangue de doadores de entre 20 e 30 anos, o risco de morte foi 6% maior.

Mas como o estudo foi puramente observacional, os pesquisadores não puderam provar uma relação de causa e efeito entre o sexo e a idade dos doadores e o risco de morte para os pacientes. Eles afirmaram que são necessárias mais pesquisas para compreender esses resultados.

O estudo, portanto, “não pode ser considerado como uma evidência definitiva”, alertou Dean Ferguson, um dos principais autores da pesquisa e diretor do programa de epidemiologia clínica do Hospital de Ottawa, onde foram feitas as análises das transfusões entre 2006 e 2013.

Enquanto isso, os especialistas continuam pedindo que todas as pessoas que preencham os requisitos doem sangue.

 

O Sul

 

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