Três Passos News

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Foto: Lucas Uebel / Grêmio / Divulgação / CP
O discurso do Grêmio sobre o aumento da dificuldade em conquistar o Campeonato Brasileiro após a derrota para o Palmeiras foi o mesmo para todos os integrantes do departamento de futebol. Os diretores, porém, ressaltaram a necessidade de seguir disputando a competição com empenho, tudo para somar o maior número de pontos possível. Geromel garantiu concentração máxima nas próximas partidas para deixar o Tricolor mais próximo do topo.
“Ainda dá (para chegar ao título). Enquanto for matematicamente possível, nós vamos acreditar, mas, com certeza, ficou mais difícil. As possibilidades diminuíram, pois vamos ter nove jogos com 27 pontos em jogo. Eles conseguiram abrir uma diferença de oito pontos. Vamos fazer o melhor para conseguir o máximo de pontos”, declarou o zagueiro.
Com a distância para o líder, o Grêmio passa a focar em vencer os jogos e “ver onde vai terminar”, mas um objetivo na competição é claro: permanecer entre os quatro primeiros clubes para ficar com uma das vagas para a Libertadores 2019. Para isso, o Tricolor terá que corrigir os erros ofensivos apresentados contra o Palmeiras. Nos mais de 90 minutos de jogo no Pacaembu, a equipe de Renato Portaluppi chutou três vezes em Fernando Prass e nenhuma delas teve a direção da meta. “As chances claras de gols foram todas deles. Então, eles tiveram alguma superioridade, fizeram o gol cedo e souberam administrar bem a vantagem”, afirmou Geromel.
Com a proximidade da primeira partida das semifinais da Libertadores contra o River Plate, marcada para o dia 23, e com vários jogadores em recuperação no departamento médico, o Grêmio deve utilizar um time misto contra o América-MG, no sábado, às 16h, no Independência. Para o jogo, o Tricolor terá o retorno de Kannemann, que estava servindo a seleção da Argentina.
Cortez começou a correr na última semana e pode voltar aos treinos. Marcelo Grohe é outro que tem boas chances de ser liberado. Ramiro, Léo Moura e Everton dependem da evolução do tratamento. Luan passará por exames de imagem para ter um diagnóstico preciso sobre o grau da fascite plantar. Para Geromel, as ausências não foram determinantes na derrota de domingo.
“Temos um elenco bem qualificado. Mostramos isso ao longo do campeonato. O Renato reveza bastante a nossa equipe e o todos que jogam têm bons desempenhos. Atuamos sem cinco ou seis, mas acho que isso não foi determinante para a nossa derrota”, ressaltou.
O Grêmio folga na segunda-feira e se reapresenta na terça-feira, às 15h30min. Apenas os jogadores que estão em recuperação farão tratamento no centro de treinamentos nesta segunda-feira.
Correio do Povo

Foto: Divulgação
Classificada por detratores virulentos como Globo comunista, e por outros tantos como golpista, a emissora carioca se distingue pela responsabilidade com que se comporta na cobertura da corrida eleitoral. Foi assim desde o episódio polêmico envolvendo um debate entre os presidenciáveis Fernando Collor de Mello e Luiz Inácio Lula da Silva em 1989.
A pecha de Globo comunista está em voga justamente porque o País atravessa uma onda conservadora, mas a emissora já foi rotulada como elitista e principal face do “Eles” no discurso encampado por alas da esquerda no País. O fato de ser bucha no canhão de direita e esquerda demonstra mais do que o tamanho da emissora fundada por Roberto Marinho em 1965, seu compromisso com os valores democráticos.
Ainda que se esforce em prol da isenção partidária, e seu departamento de jornalismo está sempre vigilante nesse sentido, a Globo não se exime de outra responsabilidade social patente a uma empresa dessa envergadura e com a referida capacidade de penetração. A conscientização plena e constante da sociedade é um norte na programação da emissora.
Chama a atenção de quem cobre TV a pluralidade com que essa preocupação tem se manifestado. Do “Mais Você” ao “Brasil que eu Quero”, quadro veiculado entre março e setembro em todos os jornalísticos da casa, passando por “Como Será”, “Encontro com Fátima Bernardes”, “Lazinho com Você”, “Mister Brau” e “Amor & Sexo”.
Não é de hoje que a crônica que cobre TV no Brasil destaca a liberdade que a Globo tem dispensado a seus criadores, algo que era notavelmente mais restrito antes dos anos 2000. Um produto como “Tá No Ar”, por exemplo, seria impensável nos anos 90, era em que o “Casseta & Planeta” reinava na emissora, mas era proibido de fazer chacota de emissoras rivais.
Essa liberdade, aliada ao desejo de fidelizar a segunda tela, pode estar por trás da contratação do “Choque de Cultura” para as tardes de domingo. O grupo faz um humor crítico e, tal qual o “Tá no Ar”, já deu pistas de que não se furtará a pincelar um ou outro fato da crônica política nacional – como o recente incêndio no Museu Nacional.
Entender a sexualidade como uma pauta da esquerda é entender que o programa “Amor & Sexo” se ajusta a demandas de representatividade que a TV aberta tradicionalmente se omitia. Em sua 10ª temporada, o programa defende uma agenda inclusiva e prega representatividade e conscientização. A nova temporada estreou com índices baixíssimos de audiência, que podem ser creditados tanto a longevidade como à guinada conservadora que vive o País. Mais representativo, no entanto, é o fato do programa permanecer na grade da emissora com um viés tão progressista.
Globo comunista ? Desonestidade e distorção que dizem mais sobre o momento de incompreensão e inflamação que vive o Brasil do que sobre o canal propriamente dito. Ao adotar pautas progressistas e incumbir-se de metas pedagógicas assumindo sua capacidade de formulação do debate e conscientização social, a Globo contribui para um Brasil mais igual, justo e igualitário.
Gente - iG

Foto: Reprodução
A primavera já chegou e, entre as diversas tendências que estão em alta nessa temporada de moda, está a bolsa de palha. O acessório é perfeito para combinar com os looks fresquinhos e os tecidos leves que fazem sucesso nesse tempo quente. Além disso, é um item bastante estiloso (e prático) para carregar seus objetos pessoais por aí.
De acordo com Daniela Fiszpan, estilista e dona da marca de acessórios Fiszpan, a bolsa de palha era bastante popular na moda praia, mas começou a conquistar o "street style" e ganhou espaço no estilo urbano como um adereço que deixa o look mais rústico e descolado. "A tendência começou em 1970, quando Jane Birkin, com sua elegância francesa, carregava seus pertences dentro de um cesto de vime", explica.
Existem diversos modelos, desde bolsas pequenas em formatos quadrados ou cilíndricos, até algumas maiores, o que torna o acessório perfeito para sair para qualquer lugar. Segundo uma pesquisa de tendências feita pela loja "Long Tall Sally", essas bolsas mais artesanais foram popular entre as mulheres da Espanha em 2017.
Aqui no Brasil o cenário não é diferente. A procura pelas bolsas de palha está crescendo cada vez mais e mostra que realmente é algo que vai estar em alta na temporada primavera/verão . O relatório do Pinterest — rede social que reúne bilhões de ideias de moda, organização, artesanato, etc. — mostra que as buscas pelo acessório aumentaram 180% no último mês.
Como aderir à moda da bolsa de palha?
Daniela afirma que o toque descontraído de acessórios como as bolsas de palha é perfeito para “quebrar” produções mais sérias. “A bolsa de palha, quando usada no dia a dia, traz muita personalidade para o look, pois foge do lugar comum."
Segundo a estilista, o acessório se tornou um coringa graças a sua praticidade e, principalmente, pela versatilidade, já que combina com ocasiões que podem ser desde um fim de semana na praia, uma viagem ou até situações cotidianas na cidade.
A dica para quem quer aderir a esse item é começar pelo básico e, aos poucos, ir incrementando o visual. "Se você não se sente segura em apostar na tendência pode combiná-la com algo mais tradicional, como uma camiseta branca e jeans, não vai ter erro. Amarre um lenço na alça da bolsa para deixar o look descontraído", diz Daniela.
Como o ideal para os dias quentes é apostar em tecidos fluidos, saias e vestidos estampados também são uma boa opção para combinar com a bolsa de palha . "Outra recomendação é ousar um pouco e misturar a bolsa de palha à uma produção mais séria, como uma combinação de calça social cropped, com um blazer e salto médio", finaliza.
Delas - iG

Foto: Reprodução
No início do relacionamento, é muito comum que o casal tenha uma vida sexual mais ativa. Com o passar dos anos, essa chama do começo da paixão vai se apagando e o sexo acaba esfriando . Entretanto, isso não quer dizer que não exista uma saída! Inovar no sexo e até reprensar a forma como está transando com o seu parceiro ou parceira pode ser uma boa ideia.
De acordo com Nelly Kim Kobayashi, sexóloga e parceira da Innuendo, existem vários motivos que podem fazer com que a frequência e a qualidade das relações sexuais diminua, sendo necessário buscar por jeitos de inovar no sexo . "A rotina, a redução da predisposição instintiva para o sexo e do sentimento de paixão após muitos anos de relacionamento ou os conflitos relacionais, como queixa de falta de companheirismo, por exemplo."
Margareth dos Reis, que é psicóloga, terapeuta sexual e doutora em Ciências pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), complementa que, muitas vezes, as pessoas acabam repetindo os mesmos comportamentos dentro do relacionamento e, consequentemente, no sexo. "Elas fazem isso sem perceber que tudo que se repete sempre do mesmo jeito acaba se tornando algo previsível."
Assim, quando essa "previsibilidade" vem à tona é o momento ideal para pensar em formas de inovar no sexo e tentar dar uma esquentada no relacionamento. "É legal pensar sempre em coisas que alimentem um relacionamento saudável", afirma a especialista.
Preste atenção aos sinais antes de procurar meios de inovar o sexo
Nelly explica que um dos maiores sinais de que é preciso pensar em mudanças é quando um dos parceiros não está mais satisfeito ou ambos. "Isso pode ser evidenciado com agressividade, tristeza e também evitação para o sexo."
Segundo a profissional, quando uma pessoa não está satisfeita com o relacionamento no quesito sexual, em geral, os dois acabam se tornando insatisfeitos. "Se iniciam as brigas e cobranças, que acabam afetando a harmonia dentro de casa de uma forma geral", diz.
Em casos assim, é comum que o casal decida até mesmo parar de fazer sexo por algum tempo ou de forma definitiva. "A situação menos conflituosa é quando ambos não desejam mais ser sexualmente ativos e estão satisfeitos dessa maneira."
"Entretanto, quando uma pessoa faz questão de sexo, pode ocorrer que ambos decidam permanecer juntos, mas um deles prefere 'abrir o relacionamento' a ter relações sexuais. Ou, então, a pessoa que ainda gosta de sexo pode abdicar de sexo genuinamente contra sua vontade. Nesses dois últimos casos há grande chances de ambos saírem magoados."
Por outro lado, Margareth não recomenda esperar por esses sinais ou desentendimentos na relação. "O casal deve pensar nessa disposição para ter sempre uma ação que promova um momento descontraído na relação, que as pessoas possam curtir juntas. O interesse, e até mesmo o tesão, dependem da novidade, que está relacionada à surpreender o outro."
"A coisa mais essencial é não deixar de valorizar a outra pessoa da relação e mostrar que ela é valorizada. Com o tempo, as pessoas acabam falando coisas sem filtro e deixam de falar o que admira na outra pessoa. Reverter essa situação pode fazer com que os dois fiquem bem e mantem o interesse. Amor é cordialidade e demonstração", complementa.
Mas afinal, como inovar no sexo com o meu parceiro?
Assim, Nelly explica que se o casal ainda se ama, deseja permanecer junto e se o sexo é uma questão muito importante, pensar em inovar no sexo pode ser uma das formas de resolver a questão e manter os dois lados satisfeitos.
Mas, antes de mais nada, para que essa mudança aconteça sem nenhum problema, a sexóloga afirma que os parceiros precisam estar abertos à negociação e ao diálogo, sem criar disputas de poder dentro do relacionamento e ter a mente aberta. "Ambos devem estar prontos para ouvir as queixas do outro, principalmente de vícios de comportamento adquiridos ao longo do relacionamento, sem contra-acusações", recomenda.
"Manter relações sexuais é importante para um casal", explica. "Porém, para que elas possam acontecer, em geral, é necessário ter confiança, intimidade, respeito e admiração, além de estar bem com sua autoestima. Estes fatores estão todos relacionados. O sexo é algo que vem naturalmente quando o relacionamento está em harmonia."
De acordo com a profissional, é importante dar prioridade para o sexo em um relacionamento, porque isso pode fazer toda a diferença. "Mulheres, mães e esposas costumam priorizar o trabalho, o cuidado com os filhos ou os afazeres domésticos. Mulheres com maior prioridade para sexo e que pensam mais em sexo, tem muito menos queixas de diminuição de desejo."
Outra questão é sempre buscar investir no relacionamento. "Casais com bom relacionamento afetivo também apresentam menos queixas sexuais. Tentar manter o clima de namoro, com maior tolerância mútua e maior troca de carinhos. Lembrar-se da época de namoro, quando o sexo não era tão disponível e, por isso, mais interessante."
Entre as dicas estão reservar dias da semana exclusivamente para esse fim, programar algo especial e diferente, como fetiches ou posições sexuais para quebrar a rotina. Conhecer o próprio corpo através da masturbação também pode ser uma boa forma de melhorar a autoconfiança da mulher durante o sexo com o parceiro.
"A resposta sexual masculina, em geral, é mais rápida que a feminina. Por isso, o parceiro deve ir devagar e investir em preliminares, ou seja, dedicar mais tempo aos momentos íntimos a dois (que não incluam, necessariamente, contato genital)", complementa.
E se, no fim das contas, nada ter certo, procure um profissional que possa ajudar nessa jornada para inovar no sexo e no relacionamento. "Psicoterapia, terapia de casal ou terapia sexual são indicadas para os casais com relação conflituosa e, no caso de disfunções sexuais, é importante passar por avaliação do ginecologista ou urologista", finaliza.
Delas - iG

Foto: Reprodução


Funcionários de um banco chinês na cidade de Nanning, no sul da China, faziam uma reunião quando um píton de 1,5 metros caiu do teto, interrompendo suas discussões.
Os membros da equipe estavam juntos em círculo quando a enorme cobra caiu do teto e aterrissou entre eles.
O vídeo mostra os funcionários fugindo do local enquanto o píton se desenrolava e começava a deslizar pela sala antes de se acomodar atrás de um sofá.
Os caçadores de serpentes conseguiram capturar a serpente. Felizmente, o incidente não causou feridos.
Sputinik News

Foto:Tânia Rêgo/Agência Brasil/Agência Brasil
“Meu sonho mesmo é dar aula para o ensino médio, pode ser em escola estadual, municipal ou particular”, diz Lucas dos Anjos Castro, 16 anos, estudante do 2º ano do ensino médio da Escola Estadual Professor Botelho Reis, em Leopoldina, Minas Gerais. “Eu me vejo como professor, igual aos meus, na correria, rodando para lá e para cá, entrando em uma sala e outra. É o que eu gosto”.
O sonho com a carreira docente, como o de Castro, é cada vez mais raro. De acordo com levantamento feito pelo Interdisciplinaridade e Evidências no Debate Educacional (Iede), com base nos dados do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa) de 2015, apenas 3,3% dos estudantes brasileiros de 15 anos querem ser professores. Quando se trata daqueles que querem ser professores em escolas, na educação básica, esse percentual cai para 2,4%.
Hoje (15), no Dia do Professor, a Agência Brasil mostra as ideias de quem quer seguir a carreira docente e de professores que não abrem mão da profissão.
“Quando eu contei para a minha mãe, ela me disse: ‘você pode ganhar mal, como será o seu futuro?’ Eu falei que queria e que se eu não trabalhar no que quero, não vou ser feliz”, diz Castro.
Um dos professores que influenciou a decisão do estudante foi João Paulo de Araújo que, além de lecionar história na Escola Estadual Professor Botelho Reis, trabalha também na Escola Estadual Doutor Pompilio Guimarães e no Colégio Equipe, que é particular. “Acho que no primeiro momento, os alunos não escolhem porque a própria família recrimina, a sociedade julga muito. Eu tenho buscado ser um professor melhor, que inspire, que mostre que a profissão é tão boa quanto qualquer outra, que tem desafio como qualquer outra”.
Araújo foi um dos vencedores do prêmio Educador Nota 10, em 2013. “É a forma que posso retribuir tudo que educação fez por mim. Venho de família humilde. Meu pai é ex-presidiário e minha mãe era doméstica. A oportunidade que eu tive foi graças à educação”.
Carreira pouco atrativa
O estudo elaborado pelo Iede mostra que a carreira docente não atrai os alunos que têm um melhor desempenho no Pisa. A avaliação internacional da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) é aplicada a estudantes de 15 anos que fazem provas de leitura, matemática e ciências. Entre os 70 países e regiões avaliados, o Brasil ficou na 63ª posição em ciências, 59ª em leitura e 65ª em matemática. Os estudantes que disseram que pretendem ser professores obtiveram 18,6 pontos a menos da média do país em matemática, 20,1 pontos a menos em ciências e 18,5 a menos em leitura.
Dentre os países participantes do Pisa, a Alemanha é o que apresenta a maior diferença entre a nota dos alunos que esperam ser professores e a média geral do país. Aqueles que querem seguir a carreira docente obtiveram 42,9 pontos a mais em matemática, 52,5 em ciências e 59,1 em leitura.
Os países com os maiores percentuais de estudantes que querem ser professores são Argélia, onde 21,7% dos estudantes querem ser professores, e Kosovo, onde esse percentual chega a 18,3%. Nesses países, no entanto, o desempenho desses alunos não é bom, "mas é muito similar ao desempenho geral dos estudantes do país, que é baixo", diz o estudo. Coreia e a Irlanda estão também entre os países com os maiores percentuais, respectivamente 13,8 e 12,6%. Ao contrário da Argélia e Kosovo, o desempenho dos alunos é bom, chegando, na Coreia, a ser superior à média nacional.
“O que o dado brasileiro revela é o fato que a ocupação de professor está com problemas de atratividade. As pessoas que têm notas mais altas escolhem outras profissões”, diz o professor de economia da Universidade Federal Fluminense (UFF) Fábio Waltenberg, um dos autores do estudo Ser ou não ser professor da Educação Básica? Salário esperado e outros fatores na escolha ocupacional de concluintes de licenciaturas. Segundo Waltenberg, o salário é um dos entraves para a escolha da profissão.
Equiparação salarial
Professores de escolas públicas ganham, em média, 74,8% do que ganham profissionais assalariados de outras áreas, ou seja, cerca de 25% a menos, de acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep)Essa porcentagem subiu desde 2012, quando era 65,2%.
Por lei, pelo Plano Nacional de Educação, esse salário deve ser equivalente ao de outros profissionais com formação equivalente até 2020.
De acordo com o diretor do Iede, Ernesto Martins Faria, três aspectos contribuem para a atratividade da profissão. “Planos de carreira para professores e educadores, ações específicas de valorização, que geram estímulo e permanência, e coesão escolar. O funcionamento da escola tem a ver com visão consistente, semelhante de gestor, coordenador pedagógico e educadores”, diz.
Segundo ele, o fato de os professores serem muitos e estarem ligados a estados e municípios, muitas vezes com orçamentos restritos, dificulta sobretudo a existência de planos de carreira atrativos. “Estamos falando da carreira de 2 milhões de professores, [não apenas o Brasil], o mundo sofre para oferecer uma carreira atrativa”.
Apesar das dificuldades, a estudante de licenciatura em ciências sociais Aniely Silva, 20 anos, não desiste do sonho de ser, assim como Castro, professora de ensino médio. Ela conta que a vontade ficou mais forte após participar das ocupações de escolas em São Paulo.
“Durante as ocupações das escolas, percebi o quanto de informação não chega para nós, que somos de periferia e de escola pública. Queria conseguir levar informação para as pessoas. Quando a informação chega como conhecimento, muda a realidade das pessoas, como mudou a minha”.
Aniely arremata: “Não escolhi a profissão pelo salário e não me desmotiva. Quero estudar muito para ser muito boa no que eu faço e lutar para melhorar a educação, por mais investimento e valorização dos professores”.
Agência Brasil

Foto: Divulgação
Na tarde de sexta-feira, 14 de setembro, o Colégio Ipiranga sediou o 19º Encontro Regional de Danças da Rede Sinodal de Educação.
Participaram grupos das escolas: Da Paz, de Santa Rosa; Rui Barbosa, de Carazinho, SETREM, de Três de Maio; Jorge Logemann, de Horizontina; e a anfitriã, Colégio Ipiranga de Três Passos.
O Encontro teve como objetivo promover a integração e troca de experiências entre os grupos, oportunizando que fossem apresentados os trabalhos desenvolvidos nas escolas ao longo do ano, bem como intensificar o intercâmbio cultural entre os participantes e valorizar a produção artística.
Pelo palco do Centro de Eventos do Ipiranga passaram a leveza e o encantamento de bailarinas e dançarinos, além do talento e a perseverança daqueles que acreditam que o movimento corporal é importante para desenvolver as qualidades motoras, cognitivas, afetivas, disciplinares, respeito às regras e integração social dos participantes.
Os integrantes dos grupos também participaram de oficinas relacionadas à expressão corporal, dança de salão, jazz, balett, dança de rua e dança livre.
Para o diretor do Colégio Ipiranga Nelson Weber, a dança é mais um diferencial que a escola oferece gratuitamente a seus alunos e representa, enquanto processo educacional, aquisição de habilidades e aprimoramento das habilidades básicas, dos padrões fundamentais do movimento, desenvolvimento das potencialidades humanas e sua relação com o mundo, o que favorece a criatividade e o processo de construção de conhecimento.
Colégio Ipiranga

Foto: Divulgação
Já temos os dois grandes finalistas para o Primeiro Campeonato Municipal de Sete, de Tiradentes do Sul, e são eles Sensação F. C./ Ouro Verde, que venceu o Missioneiro por 2 a 1. Já o segundo finalista é a equipe do Bar do Mario, que venceu o Flamengo de Machado de Assis após um empate de 1 a 1 no tempo normal, a equipe de Bom Retiro faturou mais essa vitória nos pênaltis.
Os jogos das finais ainda não tem data marcada, a comissão organizadora se reunira ainda esta segunda-feira para definir uma data, para esta emocionante final.
Assessoria de Comunicação

Foto: Arquivo/TP News
O Palácio do Planalto informou nesta segunda-feira, 14, que não haverá adiamento do início do horário de verão. Conforme a assessoria da Presidência, o governo decidiu manter a data de 4 de novembro. No início do mês, o Planalto chegou a comunicar a decisão de adiar o início do horário de verão para 18 de novembro, a pedido do Ministério da Educação - MEC por causa das provas do ENEM. As informações são do G1.
De acordo com a Casa Civil da Presidência, o decreto que faria a alteração para o dia 18 não foi publicado no “Diário Oficial da União”. O governo decidiu manter o início do horário de verão em 4 de novembro em nome da "segurança jurídica", em razão do decreto já publicado.
O governo manteve como data final do horário de verão no terceiro domingo de fevereiro de 2019, dia 17, segundo o G1.

Foto: Montagem / Nelson Almeida & Mauro Pimentel / AFP / CP

A pesquisa Ibope para o segundo turno, publicada nesta segunda-feira, indica vantagem de Jair Bolsonaro (PSL) sobre Fernando Haddad (PT) na corrida presidencial. Conforme o levantamento, o deputado fluminense tem 59% das intenções de votos válidos, enquanto o ex-ministro da Educação soma 41%.

Considerando os votos totais, Bolsonaro tem 52% e Haddad, 37%. Brancos e nulos foram 9%, enquanto 2% dos entrevistados declararam-se indecisos. O capitão da reserva terminou o primeiro turno com 46% dos votos válidos, enquanto o petista teve 29%. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Foram ouvidas 2.508 pessoas em 176 municípios entre 13 e 14 de outubro. O nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi contratada por TV Globo e "O Estado de São Paulo", sob o registro BR-01112/2018 no TSE.

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