Três Passos News

Três Passos News

Fim de semana ensolarado na Capital da Região Celeiro. Foto: Três Passos News

 

O fim de semana começou com chuva e terminou com sol no Rio Grande do Sul. Neste domingo, 19, o sol brilha forte desde cedo e não chove. Faz frio ao amanhecer, mas a tarde promete temperatura agradável, segundo o Climatempo.

Nos próximos dias, o tempo seco predomina em todo o Estado com pouca previsão de chuva. Em Três Passos, a chuva deverá voltar na terça-feira, 21, com apenas 2 mm e no próximo domingo, 26, com pancadas de chuva de manhã e à noite.

Massa de ar seco e frio atua sobre o território gaúcho e proporciona o tempo aberto. Faz frio para a segunda quinzena de novembro no começo do dia com formação de nevoeiro ou neblina em pontos localizados, mas aquece rapidamente e a tarde vai ser agradável e aproveitável.

Acidente aconteceu em Realeza – PR. Foto: Internauta/Especial TP News

Um acidente de trânsito envolveu dois ônibus gaúchos e um automóvel na tarde de sábado, 18, em Realeza, no Sudoeste do Paraná. Um dos ônibus era da empresa Roque Tur, de Tenente Portela, e outro da cidade de Santo Ângelo.

Por volta das 16h, um carro foi atingido na traseira pelo veículo de Tenente Portela e acabou colidindo no ônibus das Missões, segundo um passageiro que enviou a foto ao Três Passos News.

Os três veículos seguiam no mesmo sentido, pela PR-181, e os dois ônibus retornavam do Paraguai. Não houve feridos, resultando o acidente em apenas danos materiais.

 

Foto: Reprodução

Nos Estados Unidos, a Marinha suspendeu um piloto que usou suas manobras aéreas para desenhar um pênis no estado de Washington, no extremo Oeste do país, na quinta-feira. A instituição naval chamou o episódio de "absolutamente inaceitável" e ordenou a abertura de investigação após imagens do desenho serem compartilhadas por todo o mundo.

O incidente aconteceu no condado de Okanogan. Comandantes da Estação Aérea Naval de Whidbey Island ordenaram um inquérito após suspenderem um dos pilotos que usou um de seus Boeing EA-18G Growlers.

— De um ponto de vista naval, mantemos nossas equipes nos mais altos padrões, e isso é absolutamente inacreditável. Tem zero valor de treinamento — criticou o porta-voz Stephen Mills à BBC.

Ao "Buzzfeed", representantes chamaram o ato de "imaturo e irresponsável" e pediram desculpas pelo incidente.

A Administração Federal de Aviação, por sua vez, disse que as manobras não representaram um risco à segurança aérea e que "não pode policiar a moralidade".

 

O Globo

Foto: Reprodução

Neste sábado, 18, por volta das 2h35, a sala de operações da Brigada Militar de Palmeira das Missões, recebeu uma ligação telefônica de um agente penitenciario informando que havia ocorrido uma fuga de alguns apenados que estavam cumprindo pena na cela 8 do presídio estadual de Palmeira das Missões. Deslocado uma guarnição de serviço e efetuado contato com o referido Agente e constatado que os apenados haviam serrado a grade da janela da cela 08 e que 3 presos conseguiram fugir para o pátio e escalar o muro assim fugindo do estabelecimento prisional saindo em direção ao bairro Seis de Maio, estão sendo efetuado buscas pelas guarnições da Brigada Militar.

Estão foragidos os seguintes apenados:

1 - Janailto Chagas Santos

2 - Juares Ribeiro Tavares

3 - Lucas Carvalho

 

39 BPM

Foto: Reprodução

Atualmente, as marcas estão cada vez mais atentas às necessidades das clientes. Uma delas é a importância de reproduzir a realidade e não padrões quase impossíveis de serem alcançados em suas campanhas. Por conta disso, uma marca britânica está deixando as estrias de suas modelos a mostra inclusive no catálogo de roupas de banho .

Ao invés de corpos completamente perfeitos por conta do uso de editores de imagem, agora é possível encontrar mulheres com as tais “imperfeições” do corpo – que, na verdade, são apenas características bem comuns. E o fato das estrias terem sido liberadas não passou despercebido pelos internautas.

“Como é lindo ver fotos realmente originais e não editadas de modelos femininas. Parabéns! Estou orgulhosa da mensagem que vocês estão transmitindo”, escreveu uma usuária do Twitter. Além das marcas que surgem quando as fibras elásticas e colágenas da pele se rompem, a marca britânica também parou de acertar detalhes quase que imperceptíveis, como algumas dobrinhas e manchas.

Em entrevista ao site “The Sun”, um porta-voz da marca Missguided afirma que a empresa acredita que tem a responsabilidade de dar suporte a mulheres jovens e inspirar confiança. “Estamos em uma missão de mostrar para nossas clientes que tudo nem em ser você mesma, abraçar suas ‘falhas’, celebrar suas singularidades e não empenhar-se para o que o mundo dita como perfeição – porque, basicamente, isso não existe.”

Polêmica

Apesar da boa ideia de mostrar as marcas de suas modelos, alguns usuários das redes sociais passaram a duvidar da honestidade da marca. Após uma foto ser compartilhada na página oficial da empresa no Instagram, uma enxurrada de comentários surgiram acusando a própria marca de ter acrescentado as estrias na modelo com o uso de editores de imagem.

“Com certeza, o ponto aqui é não usar photoshop de forma alguma. Se esta modelo não tem marcas, então melhor para ela, mas não acrescenta nada afim de parecer que estão representando ‘mulheres reais’ (seja lá o que isso for)”, escreveu uma usuária. “Use modelos com marcas reais, existem milhares delas!”, afirma outra.

A Missguided, entretanto, nega qualquer acusação de alteração de imagem. “Nosso objetivo é inspirar a positividade corporal, então nossa política é não editar o que geralmente é considerado uma falha. Editar uma imagem negaria nossa mensagem, que é sobre celebrar quem você realmente é e não se esforçar para uma perfeição irreal”, diz ainda o porta-voz sobre a polêmica com as estrias.

 

iG 

Foto: Reprodução

Uma mulher grávida realizou algo que nunca imaginou quando visitou um abrigo para animais. Depois de ter visitado alguns quartos, Natasha Handshoe sentou-se ao lado de um tigre de Bengala e aconteceu algo que a surpreendeu tanto quanto os presentes, ninguém esperava a reação desse animal selvagem.

Quando Natasha sentou-se junto ao enorme Tigre de Bengala, ele aproximou-se dela do mesmo modo que a ignorou como faz com todas as pessoas, aparentemente, seu instinto fez com que percebesse que a mulher estava grávida e se aproximou do vidro o tanto quanto podia, como se quisesse tocá-la.

A mulher não percebeu o que estava acontecendo atrás de suas costas, quando ela se virou para trás, viu que o tigre estava esfregando o vidro com a cabeça apontando para a barriga da mulher, aparentemente, ele queria sentir o pequeno que estava crescendo dentro dela. Ela imediatamente olhou para os amigos com uma expressão de terror, porém logo percebeu que ele não queria prejudicá-la e colocou sua barriga ao vidro. Estes tipos de animais têm um sentido muito agudo com a gravidez dos seres humanos.

A maioria dos animais não sente a gravidez dos humanos, exceto cães e gatos, que podem perceber através do estado de espírito, comportamento, postura e química do corpo, que os ajudam a entender a grande mudança que acontecerá em breve.

Praticamente os Tigres são parte da família felina e é por isso que este enorme tigre de Bengala pode ser capaz de reconhecer essa mulher grávida e tentar sentir seu futuro bebê. Todos acham que a única coisa que ele pretendia era protegê-la e, embora de princípio Natasha ficou surpresa, logo depois se emocionou com a ação do felino. Não há dúvida de que as aparências enganam e este belo animal provou ser muito sensível e afetuoso.

 

Curiosidades da Terra

Foto: Reprodução

Estudo, publicado no "The Journal of Sex Research", descobriu que a infidelidade é mais provável de acontecer em relacionamentos de longa duração, em especial durante o casamento, e que os homens são mais propensos a trair do que mulheres.

Ninguém entra um relacionamento ou se casa com a intenção de trair. No entanto, é um fato que os casos extraconjugais acontecem e uma nova pesquisa reúne informações sobre quando essa traição é mais provável de acontecer em um casamento.

De acordo com os pesquisadores israelenses, a infidelidade feminina geralmente acontece entre os seis e dez anos de casamento, já a masculina depois dos 11 anos. Será que chamada "crise dos 7 anos" enfrentada por alguns casais deixou de ser apenas uma crença popular?

Além disso, também foi possível concluir os múltiplos fatores que levam as pessoas a cometer ou não o adultério. A justificativa comum entre os casais pesquisados foi a falta de atenção recebida pelo parceiro e, em contra partida, os principais motivos para não trair está o desejo de manter a moralidade.

Resultados

Os pesquisadores realizaram dois estudos separados que analisaram 423 participantes dos Estados Unidos, convidados a completar um questionário sobre a importância percebida de resistir às tentações da infidelidade.

A decisão de não estar em um caso extraconjugal foi motivada principalmente por questões internas de cada pessoa. Os resultados indicam que ser mulher, ser muito religioso ou estar casado por período curto de tempo são os três fatores com mais influênciam para impedir que alguém cometa traição.

Por outro lado, a pesquisa também enumerou as principais razões que levaram uma pessoa a trair seu parceiro. Entre os homens os motivos variam entre aparência física da amante, dúvidas sobre o relacionamento e falta de sexo e atenção no próprio relacionamento. Já as mulheres justificaram a traição com a falta de atenção do parceiro, interesse do amante ou tédio.

No Brasil, dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), duração média de um casamento é de 15 anos. Além disso, a quantidade de  divórcios assinados em 2016 aumentou, enquanto as uniões civis diminuiram 3,7%.

 

Ig

Foto: Reprodução

Pense na pessoa que você ama ou amou. Agora, responda qual destas duas possibilidades de traição seria a mais dolorosa: descobrir que o(a) parceiro(a) teve noites incríveis de sexo extraconjugal ou que se envolveu emocionalmente com outro(a)? Homens tendem a achar a primeira opção uma faca no peito. Mulheres costumam dizer que a segunda alternativa soa pior. Apesar de ambos se importarem com os dois aspectos da infidelidade – sexual e emocional –, a motivação para o ciúme pode ser diferente.

Há anos o psicólogo evolucionista David Buss, da Universidade do Texas, tem encontrado evidências que confirmam essa diferença. Em um dos estudos, com 234 voluntários, 76% dos homens e apenas 32% das mulheres escolheram a hipótese do envolvimento puramente sexual como pior do que a do puramente emocional. O neurocientista japonês Hidehiko Takahashi também encontrou indícios a favor da tese com 22 pessoas que estavam em um relacionamento longo (em média, 14,8 meses para os homens e 18,5 meses para as mulheres). Monitorando cada um com equipamentos de ressonância magnética, o pesquisador pediu a eles que lessem frases que sugeriam situações envolvendo o parceiro, como “numa cama de casal com o(a) ex” e “escrevendo uma carta de amor para outro(a)”. Depois, o grupo foi orientado a reler as cenas e atribuir notas de 0 a 6 a elas de acordo com o grau de ciúme que despertavam. Homens e mulheres pontuaram igualmente nas questões de infidelidade sexual, com média de 4,6. Para situações que sugeriam envolvimento emocional, eles marcaram 4,3 e elas 4,5 – números muito próximos. A surpresa veio com o resultado das ressonâncias magnéticas.

Neles, a amígdala e o hipotálamo, ligados à agressividade e aos impulsos sexuais, tinham uma atividade muito maior. Nelas, a estrutura que falava mais alto era o sulco temporal superior posterior, que ajuda na interpretação da intenção dos outros. Para os cientistas, é como se os sentimentos de raiva, rejeição e medo que acompanham uma traição estivessem ligados, para os homens, ao fato de dividir a parceira com outro e, para as mulheres, à possibilidade de serem deixadas. Esse fenômeno pode ser fruto da evolução da nossa espécie.

É possível que o ciúme tenha nascido como uma estratégia de preservação do patrimônio genético, provavelmente depois que dois fatores mudaram completamente a dinâmica das relações humanas. Um deles surgiu quando nossos ancestrais passaram a andar sobre duas pernas. As mães começaram a carregar os filhos pequenos nos braços, em vez de agarrados às costas, como fazem os grandes primatas. Com um bebê para segurar, a velocidade e a agilidade ficam comprometidas. Conciliar a busca por alimentos com a maternidade recente, se já era difícil, ficou praticamente impossível. Então a responsabilidade dos homens de caçar e manter o perigo afastado para garantir a sobrevivência dos filhos nessa fase aumentou.

O outro foi o crescimento da caixa craniana nos hominídeos. O padrão dos australopitecos, nossos antepassados mais antigos, era de 500 cm³. O crânio do Homo sapiens fica na média de 1.300 cm³. Junte um feto com cabeça maior e uma mãe bípede, com a pélvis mais estreita, e você entenderá o parto que é o nascimento de um humano. Para não morrermos todos, a sábia natureza selecionou os bebês “prematuros”, ou seja, aqueles que não se desenvolviam completamente dentro do útero. Nós – eu e você. O restante do crescimento aconteceria fora.

Por isso, o cérebro humano precisa de mais tempo para amadurecer: até sete anos. Em nenhuma outra espécie de primatas a cria demora tanto para deixar de exigir cuidados permanentes dos pais. Os pesquisadores acreditam que, diante de tanto esforço para passar os próprios genes adiante, o homem do passado precisava encontrar meios de saber que não favoreceria os genes de outro. Ou seja, queria ter certeza da paternidade, afastando o risco de um rival fazer sexo com a mulher dele.

Ela não precisaria exatamente garantir que o cara não espalhasse esperma por aí, mas, sim, que não desperdiçasse energia e recursos com outra em vez de investir na sobrevivência dos filhos do casal. Um envolvimento emocional masculino com uma “concorrente” colocaria a família em risco.

Para ambos, ao menor sinal de que um dos dois estava achando a gruta do vizinho mais aconchegante, o ciúme entraria em cena e trataria de motivar “a vítima” a tomar providências. Não que todo ciumento pense em filhos. Muito menos que os maridos digam “Pode se apaixonar por outro – mas transar, não” e mulheres determinem que “Sexo está liberado, desde que você não se envolva”. Isso é um instinto. Desafios diferentes de adaptação levaram a motivações distintas de monopolização do outro.

Mas por que o ciúme sobrevive aos exames de DNA para a comprovação da paternidade e à independência feminina, que liberou as mulheres para conseguir o próprio sustento, decidir se e quando quer ter filhos e fazer escolhas? Porque as emoções humanas são bem mais complexas do que uma simples relação de causa e efeito.

Quem mexeu no meu mozão

Possessividade. Para os seus instintos, o outro é uma conquista sua, e não uma alma livre para saracotear por aí como se não tivesse dono. Ainda mais se a alma livre em questão se basear apenas no fato de que espermatozoides são baratos e óvulos são caros.

Vamos por partes. Nossa espécie não passou a vida em haréns. Nem em laços eternos de cumplicidade. O mais provável é que tenhamos evoluído para um sistema de monogamia em série, com casais unidos durante o tempo necessário para procriar e cuidar dos filhos até que pudessem caminhar com as próprias pernas. Há indícios disso.

No mundo primata, se existe uma grande diferença de tamanho e peso entre machos e fêmeas, é sinal de que um único macaco fecunda as macacas do bando e usa a truculência para afastar concorrentes. Se a disparidade for pequena ou não existir, os símios tendem a se acasalar aos pares.

Gorilas machos chegam a ter o dobro da altura e do peso das fêmeas. Eles vivem como sultões. Já os pequenos gibões, semelhantes em massa corporal, formam casais fiéis. Os homens são, em média, apenas 8% maiores e 20% mais pesados do que as mulheres, por isso há uma tendência de se unirem em duplas.

Ok, mas macacos não têm nada a ver com a gente… Na verdade, têm sim. “Até cerca de 2 milhões de anos atrás, a diferença de tamanho entre fêmeas e machos humanos era muito grande, da mesma forma como acontece com grandes primatas. Isso sugere uma organização social parecida com a de um macaco, em que os machos tinham de competir ferozmente para o acesso às fêmeas, e os sexos não cooperavam entre si nem para o sustento nem para cuidar das crias”, me disse o paleoantropólogo americano Richard Klein, da Universidade de Stanford. “Há mais ou menos 2 milhões de anos, houve uma forte redução na diferença de tamanho entre os sexos, o que geralmente é interpretada como o início da organização social caracteristicamente humana, em que existe uma ligação entre macho e fêmea por tempo suficiente para criar um filho. Eles também passaram a apoiar uns aos outros economicamente.” Klein explica que a proporção mais igualitária de tamanho se deu principalmente porque as fêmeas tiveram um crescimento bem maior do que o dos machos. “Talvez para permitir que elas pudessem ampliar a participação na busca por alimentos, com risco reduzido.”

Esse avanço anatômico pode indicar que, quando a cria ganha certa autonomia, fêmeas também estariam liberadas para buscar outros parceiros. Um estudo global da Organização das Nações Unidas mostrou que o número de divórcios aumenta depois do terceiro ano de união e atinge o auge no sétimo. Justamente o período necessário para procriar e acompanhar um filho até que ele ganhe certa autonomia. A independência feminina derrubou a figura da mulher ciumenta que fica em casa e do marido traidor que trabalha até mais tarde. Hoje, ambos estão sujeitos a ataques de ciúme e a oportunidades para encontrar outras camas.

As causas do ciúme e da traição não são apenas evolutivas. As questões socioculturais pesam bastante. “Existe uma supervalorização da beleza e do status feminino. E as mulheres passaram a sentir ciúme de outras que, na visão delas, têm boa aparência ou conseguiram uma posição melhor no mercado de trabalho e, por isso, despertariam o desejo do companheiro”, diz a psicoterapeuta Ana Gabriela Andriani. Já para os homens, a tendência é que vejam como ameaça aqueles que parecem ser mais capazes de satisfazer a mulher, ou por aparentarem mais masculinidade ou por terem poder. “Ciúme é medo de perder, é insegurança. Quem não está bem resolvido pode desenvolver sentimentos de posse e dependência em relação ao outro e querer monitorá-lo, ainda mais com toda a tecnologia que facilita o controle”, afirma Ana. O limite? “Em níveis mais elevados, o quadro vira patológico. O causador do ciúme deixa de ser alguém específico e passa a estar em qualquer coisa que desperte o interesse do parceiro. O pensamento recorrente é ‘Ele (ou ela) não pode ser feliz sem mim’.”

Se um casal fica junto por semanas, anos ou eternamente e se trai ou não, depende de muitos fatores. Aí no meio entram os sentimentos, a razão, as crenças, os valores. O que é certo mesmo é que, quando um relacionamento acaba, dói até na alma. Vamos enfrentar o próximo capítulo.

 

Superinteressante

Foto: Reprodução

O Inter venceu o Goiás por 2 a 0 na tarde deste sábado no estádio Serra Dourado e manteve a chance de conquistar o título da Série B. Além da vitória, o Colorado foi beneficiado pelo empate do América-MG com o Londrina, no Paraná, em duelos válidos pela 37ª e penúltima rodada da competição.

Os dois gols colorados no Serra Dourada foram marcados por William Pottker no segundo tempo em passes de Camilo – que entrou no lugar de Eduardo Sasha e mudou a partida. Um pouco antes, o árbitro Héber Roberto Lopes anulou um gol legal do Goiás por um motivo que não ficou explicado.

Para ficar com o título da Série B, o Inter precisa vencer o Guarani na última rodada no Beira-Rio e torcer para o América-MG não derrotar o CRB em Belo Horizonte. Os dois jogos estão marcados para as 17h30min do sábado que vem.

 

CP

Foto: Reprodução

Quem não lembra da febre de Candy Crush e Farmville? Parece que o Facebook ouviu as preces de quem usa a rede e se irrita bastante com os convites de jogos que os amigos enviam. A rede anunciou, na quinta-feira (16/11), que irá acabar com estas notificações.

Em breve, o sistema do Facebook não dará mais suporte aos App Invites (convites para aplicativos, em português). As informações foram publicadas em uma página voltada para desenvolvedores e o aviso diz que as mudanças serão implementadas até fevereiro de 2018.

Além dos jogos, a mudança também afeta, por exemplo, empresas que usam o Facebook para divulgar seus aplicativos. Além dessa mudança no App Invites, a rede social também informou outras alterações como:

Os botões “enviar” e “seguir”, presentes em aplicativos de terceiros, também não terão mais suporte. Logo, deixarão de funcionar. Segundo a empresa, existem outras formas de compartilhar um conteúdo e o botão “seguir” se tornou redundante, já que há diversas maneiras de os usuários interagirem com as páginas.

Os comentários feitos em sites não aparecerão mais na linha do tempo do usuário. É o chamado “espelho de comentários”.

 

Metrópoles

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